Esquissos do ser

Alguns rabiscos do que somos. Relatos de uma vida, projectos em desenvolvimento intelectual, impulsos característicos do ser humano

domingo, novembro 18, 2007

A tout le monde

Começo com os primeiros versos da música «A tout le monde» do grupo Megadeth

Don't remember where I was
I realized life was a game
The more seriously I took things
The harder the rules became
I had no idea what it'd cost
My life passed before my eyes
I found out how little I accomplished
All my plans denied



Á medida que a vida passa, apercebemo-nos de coisas que não queríamos ver, nem sentir mas elas estão lá a ferir-nos, a cortarem-nos a carne e a remexerem-nos as entranhas. As memórias não se apagam, deixem-se de tretas porque o tempo não apaga nada e quem acredita nisso é idiota. O tempo acentua tudo, nós é que temos de escolher o caminho que queremos, as batalhas que vencemos e como as vencemos. O tempo é a desculpa dos cobardes, por isso a garganta não se cansará e há-de sempre gritar, o sorriso não deixará de surgir, as lágrimas foram-se embora, os pensamentos vãos terminaram. A cereja não seca, terá a sua primavera e será sempre madura e suculenta, sem bicho nenhum que a destrua...


(acabo com um verso da mesma música acima mencionada)
If my heart was still alive, i know it would surely break

posted by sonia at 15:12

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Rebelde no sentido de me opor às mesquinhices que as ditas elites dizem ser benesses para as massas; conservadora no que toca ao respeito, humildade, amor e todas as coisas boas que devem ser mantidas com afinco

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