quarta-feira, agosto 22, 2007

Uma história e quatro realidades

Ontem, não estavam a funcionar os programas informáticos que me davam acesso à informação necessária para poder trabalhar, como tal aproveitei e juntei-me ao grupo que estava a ter uma formação técnica. Aprendi muito durante uma hora mas o estômago estava a fazer ruídos, anunciando vontade de ser saciado. Demorei 15 minutos a comer e a fumar o meu cigarro, como habitualmente. Voltei para o piso onde funciona a equipa mas não os programas. Não havia hora prevista para solução do problema, como tal voltei para a formação que ainda decorria. 20h e fez-se luz: os programas normalizaram - back to work!
A nicotina, ou a falta dela, ocupou-me o cérebro as 21h, fui fumar um cigarro e eis que encontro uma senhora no pátio do rés-do-chão a olhar muito admirada para todos os cantos. Mal sabia ela que edifício era... mas eu expliquei-lhe, em português (!) e ela percebeu. Falava pouco português mas percebia tudo e eu ainda a ajudei a perceber mais, ensinando-lhe palavras como uma professora da primária a ensinar o bê-a-bá. Achei engraçado. Só no fim soube que ela era de Paris.

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De rajada a ler três livros:

De Charles Van Doren - «Breve História do Saber» ( requer tempo e uma análise, paralela, de conhecimentos)

De Ronald Wright - «Breve História do Progress0»

De Martin Dugard - «Á Descoberta de África» (ainda na primeira parte)

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Dois convites, duas esperanças. A aguardar....

  • Projecto de Inserção Social na Santa Casa da Misericórdia
  • Estágio na ESRI- Portugal ( departamento: Recursos Humanos)
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Eu como sou ao contrário de toda a gente, pelo menos em Portugal....

.... comecei a fazer exercício físico este mês ( e não na Primavera, como os que querem milagrosamente estar em forma)
....comecei a esboçar planos para o Natal (de forma a que não tenha de esticar ordenado)
....comecei a esboçar planos financeiros, para não haver surpresas
....comecei a pensar que se calhar um sorriso pode ser um raio de sol num dia de chuva. E, imitando um cantor italiano dos anos 90, penso positivo porque vivo!