segunda-feira, agosto 27, 2007

Mão à palmatória

Fim-de-semana cheio de emoções, de expectativas, de nervos à flor da pele. Sábado jogou o Benfica, muito acanhado, com um ou dois lances bonitos sem causarem ansiedade. Uma primeira parte esforçada. A segunda sem notoriedade. Domingo: FC Porto-Sporting CP. Falhas, falhas e mais falhas por parte dos leões na primeira parte, pensamento inversamente proporcional aos actos e os dragões a apertarem com passes, noções de jogo eficazes. Segunda parte inglória e fico-me por aqui. Não! O golo... tenho de falar desse golo e dar a mão à palmatória, após visualização mais atenta do lance que o originou. Polga atrasa, Stojkovic ainda dá um toque com o pé mas não chutou com força, tomou-a com impulso de «toma-toma, é minha». Toda a gente falou nisso. Ninguém se calou, muito menos os poucos benfiquistas que estavam a ver o jogo comigo. De águias passam a gralhas, de repente. Bom futebol, vitória merecida mas injusta. Falta o Inter! Ah, júlio César, como pudeste? Ainda fizeste pior que um guarda-redes de um clube português! Erros todos cometem, o maior erro é não admitir que se erra. Tenho dito.