quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Devia mudar,
não ser isto que vêem por aí,
aos tombos e a desejar o que não consegue,
a defender-se de tudo à volta.

Devia ter outra cor,
outro lume cá dentro e mostrá-lo.
Depois contaria aos netos,
e assim seria lembrada com saudade....

Mas não! Sou isto...
A coisa qualquer de algum lado,
que nem tem a sorte de Afrodite,
e das outras amigas modernas do botox

Sou esta espécie de renegada por ti
e nem sequer me resta o engenho e a arte!
Descobrir a essência... piada piedosa putrefacta!
Mártir de um espelho que revela a realidade.