Ano novo, vida nova - é o que se diz por aí. Os votos, do senhor primeiro ministro, de prosperidade; as promessas de que este será um ano melhor que o transacto e as nossas promessas mentais de que tudo vai ser diferente; o típico pensamento «este ano é que é: o carro, a casa, o dvd, aquele telemóvel». Depois materializam-se as pessoas «este ano é que vamos ter um filho, não é amor?», enfim....
Eu vou então permitir que seja feita a minha vontade, com direitos individuais autenticados pela minha arrogância: não quero tornar-me numa pessoa melhor, porque isso depende de muitos factores. Quero antes tornar as outras pessoas melhores, criticar de uma forma construtiva, ver o que está bem e o que está mal, dar conselhos.... Já é bom.


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