Amadeo non-stop
A Fundação Calouste Gulbenkian teve como iniciativa a exposição, mais completa por sinal, de obras de Amadeo de Souza-Cardoso. Esta iniciativa teve como resultado filas intermináveis de acesso ao museu, antes disso 5 horas à espera de bilhetes, em alguns casos.
Diz-se que Amadeo passou como um cometa pela pintura moderna: de forma breve mas intensa. Expõe, em 1911, com Modigliani, pintor que à vista dos críticos é um dos maiores pintores do séc. XX. Não acho mas percebo - tinha uma pintura que não se enquadrava, de forma explícita, em nehuma corrente, então, existente. Aprecio mais Souza-Cardoso, que nem sequer teve formação académica, bastou-lhe o talento.


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home